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Amigo Cliente:

Procuramos colocar neste espaço algumas dicas que pode poderão lhe auxiliar no dia a dia de suas funções.

Aqui você encontrará de tudo um pouco, das dicas mais simples, até as dicas mais complexas, aquelas que você nem sabia que era verdade, ou o que era preciso usar no seu dia a dia.

Se você tem alguma dica técnica, que possa vir a auxiliar algum consumidor, ou até mesmo algum companheiro seu de profissão ENVIE esta dica para nós, teremos imenso prazer em publicar, bem como colocaremos a fonte que nos enviou.

 

Segredos para uma direção Segura

 

Você deve adotar a postura correta ao dirigir
Evite dirigir com o banco muito inclinado. Mantendo a boa postura, o joelho deve ficar posicionado e flexionado, e perna apoiada no assoalho. Essa posição vai amortecer o impacto de colisão, poupando a região da bacia. Além disso, o cinto e o air-bag foram projetados para postura correta.


Sono ao volante
Não há nada a se fazer contra o sono. Ele é uma necessidade biológica que vai se manifestar. Não depende de sua vontade. O melhor remédio contra o sono é o planejamento e a escolha do horário certo para se iniciar uma viagem. Observe nos jornais os horários de acidentes graves: eles geralmente ocorrem à noite, quando o motorista é traído pelo sono. Evite, sempre que puder, dirigir à noite.


Nunca dirigir com apenas uma mão ao volante
Segure o volante na posição “dez para as duas” (imagine os ponteiros de um relógio), não estique muito os braços, para que possa ser movimentado livremente em situação de emergência.
Algumas considerações sobre a cor do seu carro
Carros de cor preta são menos visíveis à noite, portanto deve-se ter cuidado redobrado em não esquecer de acender os faróis à noite. Os carros de cor prata são menos visíveis em nevoeiros.

 

Regule o encosto de cabeça na altura dos olhos
Isso vai evitar o movimento excessivo e brusco na região do pescoço em caso de colisão traseira. Uma lesão na coluna dorsal nesta região traz conseqüências gravíssimas. Regule os espelhos, a climatização e o som, antes de colocar o carro em movimento, evitando de fazer isso dirigindo.
 

Objetos cortantes e pontudos
Uma colisão simples, banal, pode se transformar em uma tragédia quando você carrega objetos cortantes. É por isso que os vidros do seu carro são feitos de vidro temperado. Recipientes de vidro, varas de pescar, espetos, produtos feitos em PVC e etc., viram objetos cortantes e perfurantes quando estilhaçados. Devem ser carregados sempre no porta-malas. Da mesma forma, é desaconselhável dirigir com canetas no bolso da camisa.
 

Zona morta (campo visual neutro)
Tome cuidado para não ser surpreendido por outro veículo na hora em que decidir mudar de faixa ou fazer ultrapassagem. Outro veículo pode ultrapassar você, e não aparecer no seu retrovisor lateral. O espelho não o mostra, por estar numa “zona morta”, em local em que não é possível ser refletido.

 

Mantenha os faróis acesos mesmo durante o dia nas viagens
Isso diminui os riscos de acidentes, aumentando a visibilidade sobre o seu carro.

 

Aquaplanagem
Quando o carro passa em velocidade superior a 90 km/h por poças grandes que se formam pela chuva, uma película de água se forma entre o pneu e o asfalto, deixando o carro sem contato com o chão. Quando for surpreendido por uma situação dessas, mantenha a direção firme e evite freadas ou mudanças bruscas no volante. Tire o pé do acelerador e logo você sentirá a direção voltar ao seu controle. Pneus lisos ou de meia-vida tendem a aumentar os efeitos da aquaplanagem, devido à quase ausência de sulcos. A aquaplanagem é extremamente perigosa nas curvas.

 

Celular no trânsito
Celular tocando. Você tem duas opções: estacione e atenda; ou não atenda: retorne a ligação depois, afinal, a maioria das chamadas tem identificação.

 

Cortina de fumaça na rodovia - incêndios
Ao entrar numa cortina de fumaça, você perde a visibilidade de quem está na sua frente. O mesmo acontece com o veículo que vem atrás. Ou seja, você não enxerga nada e também não é visto dentro da fumaça.
Se entrar em alta velocidade na fumaça, pode bater na traseira de outro veículo mais lento. Por outro lado, se diminuir a velocidade bruscamente, pode ser atingido por trás. O quê fazer? Pare no acostamento, avalie a situação antes de tomar qualquer decisão.

 

Sistema antitravamento de freios (ABS)
O sistema ABS, ao contrario do que se pensa, não aumenta a eficiência dos freios. O que acontece é que as rodas não travam, elas rodam em pequena velocidade permitindo que o motorista faça manobras.
Com as rodas travadas, o veículo se arrasta mantendo a trajetória, independente da posição das rodas. Com o ABS, o veículo não se arrasta e obedece a trajetória escolhida pelo motorista. O ABS é muito útil para evitar colisões em baixa velocidade. Não se iluda: em alta velocidade ele pouco pode ajudar.

 

 

Alinhamento das Rodas

Esta operação visa proporcionar melhor e mais suave dirigibilidade, menor e equilibrado desgastes dos pneus. E também permitir mais estabilidade ao dirigir.

Cambagem (ou “cambear”)
Cambagem é o posicionamento vertical das rodas.
As rodas de um veículo não são paralelas umas às outras. À diferença entre a linha de centro de uma roda e a linha perpendicular ao solo dá se o nome de cambagem.

Cáster

Caster é o ângulo de inclinação do eixo do pino-mestre, que fixa a roda à suspensão, em relação à vertical e ao eixo longitudinal do veículo. Influi diretamente na estabilidade direcional:

As finalidades da cambagem são:
- garantir maior aderência;
- contrapor-se ao efeito do peso;
- poupar os rolamentos das rodas.

Observe a figura abaixo, representando de maneira muito exagerada a cambagem. A linha AB é maior que a linha CD.

Abaixo representada a posição correta do Pino mestre.

 

 

Veículos Flex - O que é?

 

A tecnologia Flex é fruto de pesquisas norte-americanas, européias e japonesas, que se iniciaram na década de 80. Foi criado um motor inteligente, que reconhece o teor de álcool em mistura com a gasolina e ajusta automaticamente a operação do motor às condições mais favoráveis ao uso da mistura em questão.

Como funciona?

Sensores existentes no sistema de injeção de combustível enviam informações para um programa de computador, que analisa e quantifica a mistura entre álcool e gasolina no tanque. Os sensores são de:

Temperatura;
- Velocidade;
- Rotação;
- E sonda lambda* (localizada no escapamento).

*Ela detecta a composição do gás de escape.

Com essas informações, uma unidade de comando eletrônico adapta o funcionamento do motor ao combustível, mantendo a performance do veículo.

Fique de olho:

• Quando abastecido só com álcool, o veículo tende a oferecer melhor desempenho;

• Quando abastecido só com gasolina, o veículo tende a oferecer melhor autonomia;
• A principal queixa dos consumidores é a de que os flex abastecidos com álcool consomem mais do que os motores que funcionam somente com esse combustível. A explicação é a seguinte: para poder trabalhar com álcool e gasolina simultaneamente, o flex tem uma taxa de compressão intermediária, abaixo do nível ideal, fazendo com que o motor não aproveite a máxima energia contida no álcool.

• A tecnologia flex permite baixar o índice de emissão de poluentes;

• O kit de gás natural veicular pode ser instalado nos motores flex;

• Não há risco de problemas de partida nos dias frios quando abastecido apenas com álcool, porque no compartimento no motor flex existe um reservatório de gasolina para partida a frio.

Veja o caso do Gol Total Flex (testes realizados pela Quatro Rodas)

 

..Veículo ..Combustível ..Km/l
..Gol Total Flex ..100% Gasolina ..7,64
..Gol Total Flex ..100% álcool ..5,29
..Gol Total Flex ..50% gasolina/50% álcool ..6,37

 

Vale lembrar
O consumidor só terá vantagem no uso do automóvel bicombustível se o litro do álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina. Para saber qual deles é mais vantajoso, basta dividir o preço do álcool (A) pelo da gasolina (G) e multiplicar o resultado por 100. Caso esse número seja maior que 70, compensa abastecer com a gasolina.

 

Exemplo:
A (R$ 1,15) / G (R$ 2,30) x 100 = 50 (vantagem para o álcool). Quanto à manutenção, o importante é não deixar gasolina no reservatório de partida a frio por muito tempo, pois ela pode gerar uma goma e entupir o orifício de passagem do combustível, deixando o sistema de partida a frio sem funcionar.

 

Óleos Lubrificantes

 

Prazos de Troca

O prazo médio para efetuar a troca de óleo é a cada 5 000 quilômetros. Entretanto, é aconselhável que a troca seja feita sempre que o óleo se apresenta muito sujo, de cor preta (o normal é que a cor do óleo varie entre castalho-escuro ou marrom-escuro). Considere ainda que o intervalo de troca depende também do uso do carro. Se o carro rodar muito em zona urbana, envolve-se muito em trafego lento e faz trajetos geralmente curtos, a troca de óleo será mais freqüente do que nos carros que rodam mais em rodovias. Preferencialmente troque o óleo quando o motor estiver bem quente; porque quando o óleo está quente fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.

 

Óleos Sintéticos e Minerais
Os óleos minerais são extraídos do petróleo. Os sintéticos são fabricados em usinas de química fina, que permitem uma projeção de características específicas mais adequadas, como, por exemplo, a resistência à oxidação e envelhecimento do poder lubrificante.
Existem ainda os óleos chamados semi-sintéticos. Neste caso, estas misturas são feitas com controle de qualidade adequado.
Não é recomendado misturar minerais com sintéticos - Eles possuem diferentes poderes de solvência e a mistura pode gerar depósitos no motor (“borra”), desgaste das superfícies, vazamentos, aumento da corrosão e entupimento no sistema de lubrificação. Por isso, tome cuidado se você precisar completar o nível do óleo. Não complete o nível com óleo diferente daquele que está já está sendo usado.

 

Escolha do Óleo:
Na troca de óleo, use aquele indicado pelo fabricante do veículo, apresentado no manual do proprietário. É indispensável que o motorista respeite o tipo de óleo que deve ser colocado no motor, principalmente com relação ao grau de viscosidade do produto.

 

Filtro de Óleo:
A função do filtro de óleo é reter todas as impurezas do lubrificante que está no motor. É costume trocar o filtro a cada duas trocas de óleo (isto é, alternadamente: troca de óleo sem troca de filtro, e na próxima troca de óleo troca-se também o filtro).
Entretanto o mais lógico é trocar o filtro sempre quando se troca o óleo. Isso por que se você troca o óleo e não o filtro, a sujeira do filtro velho contamina o óleo limpo e novinho.
Lembrando que se você na troca de óleo mudar de óleo mineral para sintético (ou vice-versa) é obrigatório a troca do filtro também.

 

Medindo o Nível do Óleo:
Espere pelo menos 5 minutos após o motor ter sido desligado para se medir o nível do óleo. Isto porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume de óleo.

Se o carro estiver queimando óleo, não coloque óleo a mais para compensar a queima. Excesso de óleo aumenta de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

 

Prazo de Validade do Óleo Lubrificante :
A validade do óleo lubrificante é indeterminada, desde que o produto seja armazenado de maneira correta, ou seja, lacrado em sua embalagem, em local seco e evitando exposição ao calor e à luz do sol.

 

Misturando Óleos de Marcas Diferentes :
Os óleos automotivos existentes no mercado são compatíveis entre si, não apresentando problemas quanto a misturas, desde que se tome cuidado de misturar produtos de mesmo nível de desempenho API e de mesma faixa de viscosidade SAE. O que não se deve misturar é óleo de base mineral com óleo de base sintética.

 

SAE - Society of Automitive Engineers :
A SAE é uma sociedade americana que definiu padrões de viscosidade dos óleos automotivos. Os números que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos (30, 40, 20W/40, etc.) correspondem à classificação pelos critérios da SAE, que se baseiam na viscosidade dos óleos a 100o Celsius, apresentando duas escalas:

De baixa temperatura (de 0W até 25W). ). A letra "W" significa "Winter". De alta temperatura (de 20 a 60).

Quanto maior o número, maior a viscosidade, para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade.
Um óleo com um índice de viscosidade amplo pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura (alta e baixa), por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo SAE 20W/40 se comporta nas baixa temperaturas como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e nas altas temperaturas se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização

 

API:
API são as iniciais do instituto americano “American Petroleum Institute”, e definem especificações quanto ao uso do óleo. A sigla API aparece associada a dois conjuntos de letras: API S?, API C? ou API S?/C?.

API-S? - para motores à gasolina;
API-C? – para motores a diesel;
API-S?/C? – para ambos os motores

A letra “S” significa “service station” e a letra “C”, “commercial”.

A última letra (?) indica a quantidade de dispersantes e antioxidantes. Quanto mais próxima ela estiver do final do alfabeto, mais moderno e aditivado será o lubrificante. Ex: SH é mais aditivado que SG.

Portanto, quanto mais próximo ao final do alfabeto, de melhor qualidade o lubrificante é, por conseqüência, mais caro. Você pode usar um lubrificante acima da letra especificada (estará pagando mais caro por isso, mas nem sempre é necessário um óleo de maior especificação), porém nunca deve usar óleo de especificação API menor (Exemplo: se seu veiculo exige SJ, nunca coloque SE,SF, etc).

 

 

..TABELA DE OLEOS DE ESPECIFICAÇÃO API-S

..API-SA/SB/SC/SD

.

..

..API-SA/SB/SC/SD

..1930...1971

..Em desuso atualmente

..API-SE

..1972

..Para motores 1971-1979

..API-SF

..1980

..Para motores 1980-1989

..API-SG

..1989

..Para motores 1989-1993

..API-SH

..1994

..Para motores 1994-1996

..API-SJ

..1996

..Para motores 1996-2000

..API-SL

..2001

..Para motores 2001 ....

Lembrando que se o veículo tiver especificação API-SG,

pode ser usado SH, SJ, sem prejuízo ao motor.

 

 

Sistema de Arrefecimento

 

O sistema de arrefecimento tem a função de manter uma temperatura ideal (estabilizada) no motor, entre 87 a 105 graus Celsius.

Além dos componentes ilustrados acima, o sistema ainda trabalha com mangueiras, reservatório de expansão, válvula de expansão integrada à tampa do radiador ou do reservatório e o aditivo adicionado à água, formando o líquido de arrefecimento.

 

Componentes do sistema de arrefecimento e suas utilidades:


- Radiador: O radiador possui dois dutos principais: entrada do líquido aquecido (parte superior) e saída do líquido resfriado (parte inferior). Suas aletas devem estar limpas para não dificultar a passagem do líquido de arrefecimento.


- Líquido de arrefecimento: Ele é um composto de água e aditivos, que serve para elevar o ponto de ebulição da água, lubrificar e proteger contra a corrosão.


- Bomba dágua: Serve para auxiliar o deslocamento da água do radiador para o motor, fazendo com que haja uma troca do líquido aquecido pelo resfriado.
* Fique atento. Alguns motores utilizam a correia dentada para acionar a bomba. Uma correia gasta pode se romper, provocando o superaquecimento do motor.


- Dutos internos: No interior do bloco do motor, no cabeçote ou no coletor de admissão existem dutos por onde o líquido passa, absorvendo o calor desses elementos. Utilize aditivos de qualidade comprovada para evitar o acúmulo de sujeira e formação de crostas.


- Ventilador: Também conhecido por ventoinha, esse dispositivo é responsável pela circulação forçada do ar pelas aletas do radiador, puxando o ar frontal para trás.


- Termostato: Controla a temperatura do motor e o seu rápido aquecimento, quando frio. É uma válvula que se abre e fecha permitindo ou não a passagem do líquido de arrefecimento. Quando fechada, não ocorre a troca de calor, aquecendo rapidamente o líquido que está no motor. Quando aberta, deixa o líquido resfriado entrar motor, baixando sua temperatura.


* Trabalhar com temperaturas mais baixas provoca um maior consumo de combustível. Motores à álcool normalmente operam com temperaturas mais altas.

Recomendações:

  1. O nível de água no reservatório deve ser verificado semanalmente, com o carro frio.
     

  2. Se necessário, utilize água e aditivo, conforme indicado no manual do proprietário.
     

  3. Não abra o reservatório com o motor quente.
     

  4. Faça uma limpeza no sistema de arrefecimento anualmente, em uma oficina especializada.

 

 

Filtros e Catalizadores

 

Filtros:
São responsáveis pela pureza do ar, óleo ou combustível, sendo componentes fundamentais para o bom desempenho e para a vida útil do motor.

 

Filtro de ar:

Retém as impurezas e partículas contidas no ar aspirado pelo motor, evitando
que as mesmas danifiquem carburador, injeção ou câmara de
combustão/motor.

 

Filtro de óleo:

Responsável pela retenção de impurezas e partículas metálicas provenientes
do atrito das peças móveis do motor e de outros contaminantes presentes no
próprio óleo.

 

Filtro de combustível:

Retém impurezas do combustível, evitando que elas
obstruam os orifícios do carburador ou da injeção eletrônica.

 

Filtro de cabine:

Protege os ocupantes purificando o ar que entra no veículo,
filtrando pó, pólen e fuligem.

Os filtros de cabine são erroneamente conhecidos como “de ar condicionado”,
pois vários modelos de veículos sem ar condicionado usam este filtro.
Alguns modelos saem das fábricas sem este filtro, que é considerado
um “opcional”.

A concentração de poluentes (mofo, bactérias, pólen, poeira, etc) dentro do
veículo sem filtro de cabine é de 3 a 6 vezes maior que fora dele.

 

 

Catalizador:

 

Muito importante para o meio ambiente, o catalisador transforma gases nocivos da queima de combustível (monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos) em derivados menos poluentes (vapor d’água, gás carbônico – como o que exalamos na respiração – e nitrogênio).
É parte integrante do sistema de escapamento e é peça obrigatória por lei.

 

PRODUTO

HORA DA TROCA / OBSERVAÇÕES

Filtro de ar

A cada 15 mil km, ou antes no caso de uso do veículo em condições ambientais desfavoráveis (estradas empoeiradas, por exemplo). Nos veículos movidos a gás, o filtro resseca rapidamente, por isso deve ser trocado com mais freqüência. Faça inspeções visuais periódicas. Não retire o filtro de ar (nem troque por outro, “modelo esportivo”) para aumentar a performance do seu carro, isso provoca desregulagens no sistema de alimentação.

Filtro de óleo

O costume é a troca do filtro a cada duas trocas de óleo. No entanto, para não contaminar o óleo novo (e limpo) com sujeiras do filtro velho, aconselhamos trocar o filtro a cada troca de óleo.

Filtro de combustível

A cada 15 mil km. Falhas no motor podem ter como causa filtro de combustível obstruído.

Filtro de cabine

20 ou 30 mil km, ou dependendo das condições ambientais em que o veículo roda. Mau cheiro, reações alérgicas, dores de cabeça podem ser indicações de hora da troca.

Catalizador

5 anos ou 80 mil km (o que ocorrer primeiro). Barulho de peças soltas e trepidações no escapamento podem indicar catalisador danificado.

 

Dicas e sugestões para usuários

 

Verifique se a bomba de gasolina do seu automóvel fica localizada no interior do tanque de combustível (é o caso do Corsa). Se for o caso, mantenha o nível de combustível sempre acima de um quarto para evitar que a bomba se aqueça, diminuindo sua vida útil, já que ela é resfriada pelo próprio combustível.

Ao dar a partida no veículo, nunca permanecer com a chave no último estágio da ignição, pois, desta forma, dá-se uma espécie de "tranco" no motor de partida, o que irá diminuir a vida útil desta peça ou até mesmo comprometer o funcionamento do sistema de partida do veículo.
 

Se for inevitável passar em buracos ou imperfeições da rua, deve-se acionar a embreagem. Assim a caixa de câmbio não será danificada.
 

Nunca dê a partida no carro com os faróis ligados. Com o tempo, o alternador fica danificado.
 

Substitua o fluido de freio no máximo a cada 2 anos, pois o mesmo possui propriedades higroscópicas (forma água no sistema), provocando oxidação interna das tubulações e componentes, podendo ocasionar bloqueio das rodas pelo travamento dos pistões de acionamento.
 

Ao dirigir à noite, quando se aproximar de um semáforo que vai ficar ou já está vermelho, vá diminuindo a marcha do seu carro com bastante antecedência para dar tempo do semáforo ficar verde e você ficar o menor tempo possível impedido de atravessar o cruzamento. Olhe sempre em sua volta, inclusive pelos retrovisores, a presença de pessoas, mormente em atitude suspeita.

Se, ao pisar no freio, ocorrer trepidação no volante, pode significar que o disco de freio "empenou". Isto ocorre quando ele está com uma temperatura alta e provavelmente uma poça d'água resfria rapidamente o disco. Isto causa trepidação na direção, desgaste nas pastilhas e desconforto.
 

Não espere para trocar a correia dentada do seu automóvel. Substitua a peça antes dos 40 mil km e evite gastos maiores, pois se ela quebrar com o carro andando, as válvulas com certeza irão empenar-se.
 

Se você tem algum tipo de película nos vidros do seu carro, nunca ultilize jornal para limpar os vidros pelo lado de dentro. Pois danifica a película, deixando muitos arranhões. Use um pano macio embebido numa solução de água e álcool. Além de deixar limpo, evita também que fique embaçado no tempo frio. O álcool não vai retirar a película porque você vai usar uma mistura leve, sem exagerar na dosagem de álcool.
 

Nunca freie no meio de uma curva, pois o carro pode perder a aderência. Se necessário, usar uma marcha redutora ou um leve toque nos freios.
 

Quando trocar pneus, não faça balaceamento e alinhamento na mesma hora. Rode uns 300 quilômetros para fazê-lo, de maneira que os pneus se acomodem e ganhem forma.
 

Sempre que for ligar o automóvel, verifique se está em ponto morto e pise na embreagem, pois este procedimento liberará o motor e não forçará a caixa de marcha.
 

O uso de aditivos no sistema de refrigeração melhora também o consumo, além de prevenir a corrosão do sistema de arrefecimento, pois altera a interpretação de temperatura feita pelo sensor colocado na água (+ ou - 6ºC).
 

Ao lavar os vidros do carro, passe um jornal com um pouco de álcool que o brilho será bem maior. Ao lavar os pneus, passe uma solução de água e açucar com um pincel, pois, além de dar um bom aspecto, evita que os pneus ressequem. Para que a parte interna dos pára-brisas não embassem no tempo frio ou na chuva, passe um pano embebido com um pouco de creme rinse (aquele que se usa em cabelo).
 

Cuidado ao comprar pneus "meia vida", eles na verdade podem ser pneus "carecaços", que alguns malandros fazem vincos na "marra", para parecerem que foram pouco usados, mas, se observar bem de perto, você consegue ver a lona.
 

Calibre os pneus de seu carro 1 vez por semana, isto ajuda na economia de combustível e diminui o desgaste da caixa de direção, mesmo em um veículo com direção hidraulica.
 

Ao lavar o carro, sempre comece de cima para baixo, para que a sujeira da parte inferior não risque a pintura do carro.
 

Às vezes quando está fazendo muito frio os vidros do carro, principalmente o pára-brisa, costumam ficar muito embaçados. Se você quer se livrar disto e não possui um anti-embaçante à mão, pegue um cigarro e retire o filtro. Passe-o no pára-brisa e nos vidros traseiro e laterais. Você verá que dentro de alguns minutos o seu vidro estará limpo novamente.
 

Quando for carregar o carro, distribua a bagagem de forma a deixar o peso maior do porta-malas, próximo dos bancos dos passageiros e sobre o eixo. Isso evita que a frente do carro se levante, dificultando a visibilidade.
 

Para mexer na caixa de fusível do seu carro, primeiro desligue a ignição.
 

Falta de balanceamento das rodas danifica os pneus. Faça balanceamento sempre que trocar os pneus, realizar rodízios, ao notar vibrações no volante, ao reparar desgaste irregular nas bandas de rodagem, ou logo após fazer um reparo do pneu ou da câmara de ar.
 

Não passe em uma lombada diagonalmente. Apesar de ser mais bonito, isto provoca uma força exagerada em um dos lados, provocando uma torção da carroceria.
 

Estacionar com a roda encostada ao meio-fio ocasiona deformação do pneu.
 

Não dê a última acelerada no seu carro antes de desligá-lo. Isto causa um excesso de combustível nos bicos injetores.
 

Nunca saia com a segunda marcha. No futuro você terá problemas com a embreagem.
 

Evite colocar o câmbio em ponto morto antes de frear. É bem melhor reduzir a velocidade usando freio motor. Isso provoca uma economia dos freios e mais segurança ao dirigir.
 

Não deixe de verificar o alinhamento dos pneus de seu carro novo logo após a compra. Mesmo zero quilômetro, o veículo perde o alinhamento no transporte devido às correntes que o prendem à carreta que o transporta.